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10 novidades do mercado que você precisa saber

São Paulo - Veja o que você precisa saber. 1-Santander vai do pior ao melhor após troca de ações.  Quando o Banco Santander SA lançou no ano passado a oferta para comprar a fatia dos minoritários na sua unidade brasileira, muitos viram a proposta como uma oportunidade para se livrar dos papéis com o pior desempenho no setor bancário do país. 2-As ações que dispararam no Ibovespa nos últimos 12 meses . O Ibovesparegistra leve crescimento de 0,62% nos últimos 12 meses. Mas nem todos os papéis do índice seguem o mesmo ritmo. 3-Decisão sobre venda da TIM se aproxima com peso da Vivendi . A Vivendi SA se tornou a maior acionista da Telecom Italia SpA. Dessa forma, a empresa ganha influência na operadora de telefonia que estuda a venda de seus negócios no Brasil e enfrenta uma concorrência mais dura em seu mercado doméstico. 4-Grupo com sede nos EUA eleva participação em ações da Vale . A Capital Group International (CGI) comprou ações preferenc...

Quem tem “medo” da automação?

Você já participou de alguma reunião onde uma pessoa sugere uma ideia relacionada à automação, seja de algum equipamento e/ou software e, automaticamente, alguém “mata” a ideia sem sequer deixar que ela seja apresentada? Pois é! Esta é uma situação bastante comum nas empresas brasileiras e é consequência de uma realidade muito conhecida em nosso país: o medo do novo, do desconhecido, daquilo que não se domina e que, portanto, poderá implicar em riscos que normalmente se prefere não correr, além dos exemplos mal sucedidos. Realidade nua e crua Para descrever a realidade da automação no Brasil, vou tomar como base os mais de 200 projetos da IMAM Consultoria que analisaram a viabilidade técnica e econômica de soluções automatizadas nos processos de logística e/ou produção. Pode-se afirmar que, em praticamente 100% dos estudos, foram identificadas soluções de automação tecnicamente viáveis, porém apenas 10% dos projetos foram implementados com automa...

Dragagem fica de fora da nova fase do PIL

  A dragagem, técnica utilizada para remoção de materiais no fundo de corpos de água, ficou de fora da nova fase de concessões do Programa de Investimentos em Logística (PIL). No entanto, investimentos na atividade utilizada nas operações portuárias ainda não foi descartada pelo ministro da Secretaria de Portos, Edinho Araújo. “Há uma série de propostas sendo analisadas. Não está descarado ainda, mas como nós procuramos priorizar o lançamento do PIL e esses estudos ainda não estavam avançados, não constam nesse programa de investimentos”, afirmou Araújo. O ministro ainda afirmou que há falta de interesse do setor privado na dragagem. “As licitações têm sido desertas e precisamos chegar a uma solução onde os próprios interessados possam formar consórcios, no sentido de que eles mesmos possam trabalhar essa questão, sem que o governo abra mão da sua autonomia sobre o canal”, destaca. De acordo com o ministro, já foram realizadas duas audiências públicas...

Ferrovia Brasil-Peru é como o trem-bala – uma miragem

  Está mais do que na hora de os profissionais das ciências políticas, sociais e psicológicas deste país se dedicarem com seriedade à investigação de um fenômeno até agora inexplicável — a obsessão por trens de ferro e ferrovias imaginárias dos governos do ex-presidente Lula e da atual presidente Dilma Rousseff.   Durante anos, como é do conhecimento comum, o governo testou a paciência dos brasileiros falando no trem-bala, que ligaria o Rio de Janeiro a São Paulo, e sabe Deus a que outros lugares mais, chispando à velocidade de 200 quilômetros por hora ou coisa parecida. O trem-bala foi o campeão das obras com existência limitada ao papel que se sucederam ao longo desse tempo todo. Em certo momento, foi incluído entre as rea­lizações que o governo popular “entregou” ao país. Era também uma demonstração a mais de que “foi preciso um operário chegar à Presidência da República para o Brasil ganhar um trem do Primeiro Mundo” — e mesmo a mais pacata...

Plataforma elevatória de aço mais leve permite ganho de 8% de carga

  Dados do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) revelam que, em seis anos, foi registrado um aumento 67,8% na frota de Veículos Urbanos de Carga (VUCs) do Estado, chegando a 2,8 milhões. Apenas na capital paulista, circulam, aproximadamente, 900 mil VUCs. Buscando oferecer produtividade e competitividade a esse segmento, a equipe de novos projetos da Marksell desenvolveu e projetou a plataforma veicular de aço mais leve do mercado. Com peso comparado às plataformas de alumínio, a MKS 500P3E pesa 237 kg e tem capacidade de carga de 500 kg, além de oferecer um ganho de carga de 8%. “Foram dois anos de pesquisas e estudos até chegarmos ao produto ideal para esse mercado de Veículos Urbanos de Carga. A MKS 500P3E uniu o melhor dos dois mundos: a durabilidade e a resistência do aço e a leveza do alumínio”, explica o diretor de Novos Negócios da Marksell, Jorge Franchi. Indicada para veículos de pequeno porte, a MKS 500P3E pode s...

Pacer investe em cargas fracionadas

  A Pacer anunciou investimentos no segmento de transporte de carga fracionada. Com a abertura desses serviços, a operadora logística busca capilarizar sua carteira de clientes, ampliando a oferta dessa solução para empresas de diversos tamanhos e porte. A empresa atendeu mais de cem empresas nessa modalidade de transporte nos últimos seis meses. A expectativa é aumentar em 80% esse número ao longo de 2015. “A despeito do cenário econômico atual, a Pacer tem mantido sua trajetória de crescimento. Nosso objetivo é potencializar o mix de clientes, aproveitando a experiência e a estrutura que a empresa desenvolveu ao longo dos últimos anos, prestando o transporte de carga fracionada a uma clientela específica, companhias de telecomunicações como a ZTE e a Nokia”, comenta Alexandre Caldas, presidente da Pacer Logística. Além do varejo eletrônico, outros fatores colaboram para um maior mercado de cargas fracionadas: a logística reversa e o transporte de resíduo...

Petrobras conclui plano de negócios

  A diretoria da Petrobras correu contra o tempo e conseguiu concluir o plano de negócios para o período de 2015 a 2019 para apresentá-lo na reunião do conselho de administração do dia 26. Aldemir Bendine, presidente da estatal, havia prometido a divulgação neste mês. Mas, nos últimos dias, o mercado já considerava a possibilidade de que o encontro do conselho fosse adiado ou, se mantido, que o plano de negócios não chegasse a ser analisado. A confirmação veio apenas ontem, quando os conselheiros receberam a pauta da reunião, com informações prévias do que será debatido na sexta-feira.   A pauta da reunião prevê que os conselheiros irão analisar o orçamento para este e os próximos quatro anos, além do programa de venda de ativos e a nova estrutura da empresa, segundo fontes ouvidas pelo Broadcast, serviço de informação em tempo real da Agência Estado. O orçamento e o programa de desinvestimento estão incluídos em uma única pauta: o plano de negócios, ...